Berlim
acolheu o 2º Simpósio QBRN (Química,
Biológica, Radiológica e Nuclear)
(20-24 out.) destinado ao intercâmbio de informação entre especialistas da área
não-proliferação, com enfoque particular nas questões QBRN. As intervenções
alemãs, da UE, da OTAN e da AIEA, foram particularmente interessantes,
destacando três
áreas de trabalho: reconhecimento e deteção da ameaça, prevenção e mitigação
dos efeitos QBRN. A coordenação da UE e da OTAN, em matéria de controlo de
armamentos, tem tido maior pendor político do que operacional. Atualmente a EDA
(Agência Europeia de Defesa) desenvolve todo um trabalho de eliminação de
duplicação de capacidades e intensificação da cooperação ao nível do controlo
de armamentos. De relevar que a EDA, a Comissão da UE e a ESA (Agência Espacial
Europeia), estão a “sincronizar” os seus planos de investigação e intervenção,
com o fito de estabelecer uma quadro europeu que valorize a investigação e a
coordenação no apoio à não-proliferação. A DGPDN acompanhou os trabalhos do
Simpósio, através do Dr. Henrique Castanheira, assessor para a área da
não-proliferação.

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